BIOGRAFIA
Banda paulistana de thrash metal, formada apenas por garotas. O som composto pelas meninas da NERVOSA tem forte influência do thrash metal, mesclada a elementos originais e característicos inseridos por cada uma das integrantes nas músicas. Palhetadas e riffs rápidos, linhas bem trabalhadas, música para moshpit: se você gosta disso tudo, então NERVOSA é a sua banda!
Mesmo tendo feito parte de grupos de diferentes estilos anteriormente, como punk, hardcore, death metal e crossover, todas as integrantes vêem nas composições da Nervosa uma mesma paixão: o thrash metal. Com fortes influências vindas de bandas da velha e clássica escola do estilo, como Slayer, Sepultura, Exodus, Ratos de Porão, Pantera, Napalm Death, as garotas da banda buscam resgatar o que há de melhor na música pesada old school, como passagens que remetem ao estilo oitentista, tão querido dentre o público headbanger.
Em 2010 através do vocalista Thrash, do Armagedon, Fernanda Terra (bateria) e Prika Amaral (guitarra e backing vocals), se conheceram e uniram suas vontades de tocar thrash metal. Depois de muito tempo procurando baixista e vocalista, ensaiando e quatro músicas criadas, foi somente em julho de 2011 que Fernanda Terra e Prika conheceram Fernanda Lira que logo de cara se juntou com a banda assumindo o baixo e vocal. Foi então que para completar de vez, Karen de Curitiba que já conhecia Fernanda Terra há 10 anos e desde lá já vinham com o sonho de montar uma banda juntas, foi ideal para a combinação perfeita. Karen (guitarrista) faz seu primeiro ensaio em agosto de 2011 fechando o time da Nervosa.
A partir de então, a banda realiza ensaios e shows em um ritmo bem acelerado desde a consolidação desta formação.
As pessoas vem se mostrando curiosas para conferir a música feita pela banda e acabam comprovando isso da melhor maneira - ao vivo!
As pessoas vem se mostrando curiosas para conferir a música feita pela banda e acabam comprovando isso da melhor maneira - ao vivo!
A Nervosa vem fechando um bom número de patrocínios, como das gigantes Paiste e Santo Angelo, e com isso tentando conquistar seu espaço na cena. Uma boa prova disso foi mesmo com apenas alguns meses de banda, a bem sucedida apresentação do grupo na última edição da maior feira de música da América Latina, a ExpoMusic, que atraiu público dentro e fora do estande, para conferir a agressividade sonora da Nervosa.
A banda trabalha arduamente na composição de músicas autorais. Suas letras fogem de temáticas fantasiosas e focam na realidade e conflitos que todos enfrentam ao longo de suas vidas. "Gostamos de compor sobre coisas mais palpáveis, coisas mais de acordo com a nossa realidade, nosso dia-a-dia. Assuntos como política, protesto e a situação atual do mundo sempre vão estar entre os meus temas preferidos. Acho que letras de música são ferramentas importantíssimas de expressão e uma das coisas que mais me impressionam nessa arte é sentir que, de alguma forma, as pessoas se identificam com o que você escreve", comenta a vocalista e baixista Fernanda Lira.
Divulgando bem seu nome no Brasil e em outros países, graças à ampla rede de contatos que as integrantes acumulam, a Nervosa continuará levantando a bandeira do thrash metal.
A banda atualmente se encontra em fase de composição e pré-produção de seu trabalho de estréia, ainda sem data prevista para lançamento. Vídeos, gravações e datas de shows serão constantemente postados nas redes sociais.
Integrantes
Fernanda Lira-Baixo e vocal
Conhecida e conhecedora da cena do metal underground, Fernanda Lira derruba qualquer estereótipo de que meninas não sabem tocar música pesada. Mesclando energia e agressividade em sua maneira de tocar e se portar no palco, a baixista e vocalista vêm, há vários anos, defendendo e levantando a bandeira da paixão pelo metal.
Fernanda descobriu seu gosto pela música logo cedo, sendo influenciada a tocar baixo aos 13 anos por seu pai, também baixista, e também por seu maior ídolo desde a infância: Steve Harris, da banda Iron Maiden.
Auto-didata, nunca freqüentou aulas para desenvolver sua técnica e pegada, sempre contando com seu ouvido e dedicação como melhores aliados em sua jornada musical. Mesmo assim, sua habilidade sempre é bem reconhecida em seus trabalhos e sua composições no baixo se destacam, já que "o toca de forma impressionante. Ela é bastante criativa e o mais interessante é exatamente o fato de seu instrumento sempre estar bastante audível" comentou Pierre Cortes, resenhista do maior site de heavy metal da América Latina, Whiplash.Net.
Dispensando o uso de palhetas e investindo nas cavalgadas com os dedos, Fernanda não esconde suas maiores influências: além do já citado, ela também admira e sempre se inspirou em baixistas como Geezer Butler, Steve Di Giorgio, Geddy Lee, Ron Royce e Markus Grosskopf, o que se reflete em suas tentativas ousadas de tirar do baixo a função de apenas 'marcar' o ritmo das músicas.
Já suas inspirações vocais são completamente diferentes. Preferiu desde pequena aprender a cantar e imitar seus ídolos metálicos como Tarja Turunen, Michael Kiske e Geoff Tate. Porém, após experimentar backing vocals mais rasgados em uma de suas bandas anteriores, passou a migrar para um estilo diferente de cantar, se baseando principalmente em grandes ídolos vocalistas e baixistas como Tom Araya, do Slayer, e Schmier, da lenda do thrash Destruction.
Fernanda iniciou sua carreira em bandas com 15 anos, em uma grupo que mesclava metal melódico com tradicional. Logo após, formou junto a uma ex-companheira de banda a Hellarise, com quem gravou seu primeiro registro em áudio, que obteve certo sucesso: graças ao registro, onde seu baixo "chama a atenção de forma incrível" (Christiano K.O.D.A., Whiplash.Net), sua ex-banda foi destaque de uma edição da revista Roadie Crew e foi selecionada para a eliminatória paulistana do Wacken Metal Battle.
Por questões de divergência pessoal e diferenças musicais, Fernanda foi retirada de sua antiga banda, por não mais querer seguir o clichê que vem surgindo dentre bandas com componentes femininas, que é praticar as linhas musicais similares a da vocalista Angela Gossow e seus comparsas do Arch Enemy, por exemplo.
A julgar por seu modo de compor, Fernanda sempre sustentou uma preferência maior ao estilo rápido que proporciona o thrash metal, e, após algum tempo afastada da cena, a baixista passou a procurar novas integrantes para formar um novo grupo de metal, desta vez fazendo um som puramente thrash, e de preferência, old school. Após diversas tentativas, foi convidada a participar da Nervosa, onde assumiu ambos os postos de baixista e vocalista, e com quem vem conquistando seu espaço novamente na cena, fechando parcerias e patrocínios importantes para a banda, e tocando por vários estados pelo Brasil.
Atualmente, Fernanda Lira vem aprimorando suas antigas técnicas e desenvolvendo novas, principalmente no que diz respeito a linhas vocais e composições com a Nervosa, e atua na área de jornalismo musical, como repórter e fotógrafa da rádio Heavy Nation da UOL, e colunista do site Whiplash.Net.
Prika Amaral-Guitarra e Backings Vocals
Prika Amaral sempre teve a musicalidade muito presente em sua vida. Desde que nasceu ouvia o seu pai tocar viola e violão. Apaixonada por música, o interesse em aprender a tocar sempre foi evidente. O que impedia era a diferença de estilos musicais, mas foi então que aos 14 anos resolveu aprender a tocar violão sozinha, em dois anos aprendeu técnicas de dedilhado como o violão clássico, e por esse período desenvolveu bem estas habilidades.
Porém não era este o estilo musical do qual ela sonhava em tocar, foi então que ao baixar o tom do violão para 2 tons ela começou a se sentir mais confortável, daí por diante iniciou uma série de composições. Ao completar 18 anos em seu primeiro emprego, pegou o seu primeiro salário e foi correndo comprar sua guitarra. Logo depois formou sua primeira banda chamada Kaostone's (banda formada só por mulheres). Por um ano permaneceu sozinha correndo atrás de integrantes mas sem sucesso para achar integrantes adequadas desistiu da banda.
Ao longo de todo esse tempo foram 10 bandas e 7 projetos. Dentre eles as principais são Caeté , Innervoices e Lama Negra. Já consagrada como guitarrista, chegou a fazer vocal em algumas bandas como o Caeté e agora além de guitarrista atua também no backing vocal na Nervosa.
O estilo de Prika Amaral tocar guitarra, sempre chamou a atenção, por sua técnica incrível de palhetada extremamente rápida e cheia de cavalgadas em tempos complexos. Evidentemente se pode notar sua forte influência no thrash metal, estilo que ela diz ser especialista em tocar. Solos rápidos, uso de alavanca e microfonias, podem ser ouvidos em seus trabalhos. Aprimorando técnicas, vem surpreendendo a todos. Mas além disso, os elogios são imensos quando se trata de composição, as escolhas, as combinações e criatividade, sempre muito destacadas, vide as músicas da Nervosa: “Time of death”, Invisible Opression”, “Urânio em nós” e “Masked betrayer”, cujas melodias foram todas feitas e elaboradas inteiramente por Prika Amaral.
Quando se trata de letras, sempre presente com suas inspirações e revoltas, que podem também ser observadas na Nervosa, sua atual banda.
Suas maiores influências na guitarra são Dimebag Darrel (Pantera), Jimi Hendrix, Kerry King (Slayer), Eric Peterson (Testament), Buddy Guy, David Gilmor (Pink Floyd), Gary Holt (Exodus) e Tony Iommi (Black Sabbath).
Ao longo de todo esse tempo sempre buscou pessoas que estivessem a fim de levar a sério uma banda, e é muito visível a satisfação em ter fundado e estar participando da Nervosa.
Além de guitarrista Prika é administradora, fundou o selo Sujo Records, promove eventos e está sempre envolvida e organizando projetos culturais. Isso tudo pode ser conferido em seu curriculum com muitos eventos importantes na cena underground.
Já participou e organizou turnês, tocando em muitos lugares, sempre presente não só na cena local, mas é reconhecida em muitos lugares por todo o Brasil.
Karen Ramos-Guitarra
Desde criança , Karen foi envolvida com a
arte, em todos os sentidos .
Aos 10 anos criava, juntamente com seus
primos, histórias em quadrinhos, que em
pouco mais de 1 ano, foram substituída
por histórias em forma de sátira gravadas
k7.
Aos 13 anos, começou a ouvir rock pelo
rádio até conhecer o ...And Justice For All
do Metallica.Foi nesse momento em que ela disse: "É isso que eu quero!" Com muita
dificuldade, consegiu uma guitarra, com a qual se dedicou sozinha para aprender a
tocar. Sempre autodidata, só saiu de seu quarto quando comprou seu primeiro
instrumento, após 1 semana e meia, com o riff inteiro de Enter Sandman pronto pra
mostrar pros amigos. A partir daí teve o apoio de vários amigos e primos para
continuar o sonho.
Suas principais influências como guitarrista são: James Hetfield e Dimebag Darrel ,
graças aos quais ela aprendeu a fazer riffs , abafamentos, cavalgadas e velocidade.
Isso lhe rendeu muitos comentários como "toca melhor que muito homem".
Ao longo de todos esses anos, Karen já tocou em bandas de diversos estilos. Desde
o Grunge ao Death Metal, do Rock Eletrônico ao Psicodélico, sempre colocando seus
toques pesados em todas as bandas.
Já tocou em bandas de renome como CoresDFlores (banda da vocalista Mariele
Loyola, que tocava no Volkana- inclusive Karen foi convidada a participar da volta da
Volkana) , e na banda de HardCore IIIbred. Hoje, toca na Fuss , que é uma banda que
tem com os primos desde 1999 e na Nervosa.
A Nervosa para Karen, é a realização de um antigo sonho. Ter uma banda só de
mulheres com um som agressivo, e mais, ter banda com mulheres que não tivessem
frescura nenhuma. Isso é um fato real em todas elas.
arte, em todos os sentidos .
Aos 10 anos criava, juntamente com seus
primos, histórias em quadrinhos, que em
pouco mais de 1 ano, foram substituída
por histórias em forma de sátira gravadas
k7.
Aos 13 anos, começou a ouvir rock pelo
rádio até conhecer o ...And Justice For All
do Metallica.Foi nesse momento em que ela disse: "É isso que eu quero!" Com muita
dificuldade, consegiu uma guitarra, com a qual se dedicou sozinha para aprender a
tocar. Sempre autodidata, só saiu de seu quarto quando comprou seu primeiro
instrumento, após 1 semana e meia, com o riff inteiro de Enter Sandman pronto pra
mostrar pros amigos. A partir daí teve o apoio de vários amigos e primos para
continuar o sonho.
Suas principais influências como guitarrista são: James Hetfield e Dimebag Darrel ,
graças aos quais ela aprendeu a fazer riffs , abafamentos, cavalgadas e velocidade.
Isso lhe rendeu muitos comentários como "toca melhor que muito homem".
Ao longo de todos esses anos, Karen já tocou em bandas de diversos estilos. Desde
o Grunge ao Death Metal, do Rock Eletrônico ao Psicodélico, sempre colocando seus
toques pesados em todas as bandas.
Já tocou em bandas de renome como CoresDFlores (banda da vocalista Mariele
Loyola, que tocava no Volkana- inclusive Karen foi convidada a participar da volta da
Volkana) , e na banda de HardCore IIIbred. Hoje, toca na Fuss , que é uma banda que
tem com os primos desde 1999 e na Nervosa.
A Nervosa para Karen, é a realização de um antigo sonho. Ter uma banda só de
mulheres com um som agressivo, e mais, ter banda com mulheres que não tivessem
frescura nenhuma. Isso é um fato real em todas elas.
Fernanda Terra-Bateria
Já conhecida pelo Brasil e outros países da América, a paulista Fernanda Terra sem perder a feminilidade, mostra que é possível, sim, uma menina ter muita pegada e peso nas baquetas.
Fernanda não quis saber da história de que tocar bateria é para meninos. Com 13 anos, já começou a se familiarizar com o instrumento. Em Brasília, onde morou por dois anos, fez aulas com Daniel Oliveira. Quando voltou para São Paulo, seus professores foram Duda Neves, Lílian Carmona, que lhe introduziu a leitura rítmica, e Dino Verdade. Desde então, Fernanda não parou mais de tocar e passou por várias bandas de Hardcore e Punk Rock, como Food 4 Life Baby Scream, Hellas, Touching Lips, No Fashion, Final Fight (ex-Gutter Cats) e Lyrex.
Influenciada por grandes nomes internacionais como Chad Smith, Mitch Mitchell, John Bonhan, Keith Moon, Virgil Donati, Terry Bozzio, Dave Lombardo, além dos brasileiros João Barone, Lílian Carmona e Duda Neves, Fernanda passou a ser conhecida na cena underground nos anos 90 e o ano 2000 marca o lançamento do cd "Enjoy", da banda Food4Life. Fez diversos shows pelo país, passando por Santa Catarina, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Ceará. Em 2002, participou de uma turnê pela costa oeste dos Estados Unidos com a banda Dominatrix, tocando nas cidades de Los Angeles, Santa Bárbara, São Francisco, Sacramento, Seattle e outras.
Já em 2006, Fernanda se junta ao guitarrista Chris Skepis (ex-Cock Sparrer) e ao baixista Demente (Juventude Maldita e Phobia) para formar o Final Fight, banda de Punk Rock com pegada Hardcore. No final de 2008, lançam o cd "Quem de medo corre, de medo morre" e seguem divulgando seu trabalho no circuito underground.
Em 2010, Fernanda começou a dar aulas de bateria no Instituto Bateras Beat de São Paulo, umas das escolas mais conceituadas desse instrumento, e também começaram a surgir convites pra oficinas e workshops de bateria e desde então Fernanda vem desenvolvendo esse trabalho. Na Expomusic do mesmo ano, a Alba lança o modelo signature de suas baquetas. 2011 foi um ano de importantes conquistas pra Fernanda, além do seu primeiro contrato internacional de pratos da Paiste ainda entrou pro time de endosses da loja Batera Store, estúdio Produssom. Além disso começou a contribuir para o site norte americano de meninas bateristas Tom Tom Magazine.
Influenciada por grandes nomes internacionais como Chad Smith, Mitch Mitchell, John Bonhan, Keith Moon, Virgil Donati, Terry Bozzio, Dave Lombardo, além dos brasileiros João Barone, Lílian Carmona e Duda Neves, Fernanda passou a ser conhecida na cena underground nos anos 90 e o ano 2000 marca o lançamento do cd "Enjoy", da banda Food4Life. Fez diversos shows pelo país, passando por Santa Catarina, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Ceará. Em 2002, participou de uma turnê pela costa oeste dos Estados Unidos com a banda Dominatrix, tocando nas cidades de Los Angeles, Santa Bárbara, São Francisco, Sacramento, Seattle e outras.
Já em 2006, Fernanda se junta ao guitarrista Chris Skepis (ex-Cock Sparrer) e ao baixista Demente (Juventude Maldita e Phobia) para formar o Final Fight, banda de Punk Rock com pegada Hardcore. No final de 2008, lançam o cd "Quem de medo corre, de medo morre" e seguem divulgando seu trabalho no circuito underground.
Em 2010, Fernanda começou a dar aulas de bateria no Instituto Bateras Beat de São Paulo, umas das escolas mais conceituadas desse instrumento, e também começaram a surgir convites pra oficinas e workshops de bateria e desde então Fernanda vem desenvolvendo esse trabalho. Na Expomusic do mesmo ano, a Alba lança o modelo signature de suas baquetas. 2011 foi um ano de importantes conquistas pra Fernanda, além do seu primeiro contrato internacional de pratos da Paiste ainda entrou pro time de endosses da loja Batera Store, estúdio Produssom. Além disso começou a contribuir para o site norte americano de meninas bateristas Tom Tom Magazine.
Fonte: (Toda Biografia e fotos retirado do site oficial com a permissão da Fernanda Lira)
Contatos
Telefone: (011) 9501-1197






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